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 |08:00 - 08:​20|**Explorações da Estrutura de Armazenamento Celular em Modelo TerraLib em Aplicações Geográficas para três Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados: O caso da Bacia do Purus em Células para o Estudo da Malária**. Espaço celulares são estruturas de dados baseados em grades regulares como unidade de análise que permitem a construção de modelos dinâmicos. Esse trabalho tem como objetivo explorar e discutir a implementação de espaço celulares feita pela biblioteca TerraLib. Será considerado se o armazenamento e indexação em três diferentes Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (Access, PostgreSQL e PostGIS) podem estar influenciando o desempenho dessa estrututra. Para isso, será construído um espaço celular com atributos relativos a variáveis relevantes ao estudo da malária na bacia do rio Purus. A fim de testar esta estrutura nos três sistemas apresentados acima, será definida uma planilha de teste de operações geográficas relevantes ao estudo da malária na região.|Mariane Assis|{{cap349_2009:​mariane_2009.pdf|Slides}}| |08:00 - 08:​20|**Explorações da Estrutura de Armazenamento Celular em Modelo TerraLib em Aplicações Geográficas para três Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados: O caso da Bacia do Purus em Células para o Estudo da Malária**. Espaço celulares são estruturas de dados baseados em grades regulares como unidade de análise que permitem a construção de modelos dinâmicos. Esse trabalho tem como objetivo explorar e discutir a implementação de espaço celulares feita pela biblioteca TerraLib. Será considerado se o armazenamento e indexação em três diferentes Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (Access, PostgreSQL e PostGIS) podem estar influenciando o desempenho dessa estrututra. Para isso, será construído um espaço celular com atributos relativos a variáveis relevantes ao estudo da malária na bacia do rio Purus. A fim de testar esta estrutura nos três sistemas apresentados acima, será definida uma planilha de teste de operações geográficas relevantes ao estudo da malária na região.|Mariane Assis|{{cap349_2009:​mariane_2009.pdf|Slides}}|
 |08:20 - 08:​40|**Associação de metadados à dados matriciais com LUT** - Imagens classificadas são imagens processadas onde em cada ponto da imagem existe um índice para uma paleta de cores, chamada LUT (Look Up Table). Os formatos gerais de representação de imagens suportam a inclusão de LUT’s (ex. TIFF ou GeoTIFF). Porém para a total compreensão desse dado, é necessário que a LUT venha acompanhada de metadados, que definem a semântica de cada classe ou tema, representado no índice da LUT. A biblioteca TerraLib permite o armazenamento de imagens em um sistema gerenciador de banco de dados. Porém seu modelo de armazenamento não permite a inclusão de metadados a imagens temáticas ou classificadas. Esse trabalho, irá extender esse modelo de armazenamento propondo um modelo para o armazenamento de medatadados sobre imagens classificadas (ou temáticas),​ bem como ferramentas para a inserção e recuperação e consultas baseadas nesse metadados. obtendo resultados que tenham algum sentido contextual e não apenas visual.|Eric Silva Abreu|Slides| |08:20 - 08:​40|**Associação de metadados à dados matriciais com LUT** - Imagens classificadas são imagens processadas onde em cada ponto da imagem existe um índice para uma paleta de cores, chamada LUT (Look Up Table). Os formatos gerais de representação de imagens suportam a inclusão de LUT’s (ex. TIFF ou GeoTIFF). Porém para a total compreensão desse dado, é necessário que a LUT venha acompanhada de metadados, que definem a semântica de cada classe ou tema, representado no índice da LUT. A biblioteca TerraLib permite o armazenamento de imagens em um sistema gerenciador de banco de dados. Porém seu modelo de armazenamento não permite a inclusão de metadados a imagens temáticas ou classificadas. Esse trabalho, irá extender esse modelo de armazenamento propondo um modelo para o armazenamento de medatadados sobre imagens classificadas (ou temáticas),​ bem como ferramentas para a inserção e recuperação e consultas baseadas nesse metadados. obtendo resultados que tenham algum sentido contextual e não apenas visual.|Eric Silva Abreu|Slides|
-|08:40 - 09:​00|**Análise de desempenho de softwares conversores de arquivos de dados espaciais** - Atualmente na modelagem e informatização de informação espacial existem disponíveis no mercado muitos formatos para representação desses dados. Cada formato possui sua especificidade de organização da informação que pode, a princípio, ser intercambiada para outro formato. Um dos formatos de arquivo mais difundidos é o KML (Keyhole Markup Language) que é usado para exibir dados geográficos em um navegador da Terra, como Google Earth, Google Maps e Google Maps para celular, e utiliza uma estrutura de tags com elementos e atributos aninhados baseados no padrão XML. Fazer a conversão entre diferentes formatos como um serviço da web satisfaz uma demanda crescente de visualização de informações geradas, fruto de pesquisa geográfica,​ em diferentes ferramentas de navegação. Neste trabalho pretende-se estudar e avaliar métricas de desempenho na conversão entre diferentes formatos de dados e, com isso, termos como resultado uma análise da viabilidade para o desenvolvimento de um conversor otimizado como serviço aberto.|Murilo Dantas|<a href="murilo_2009">Slides</a>+|08:40 - 09:​00|**Análise de desempenho de softwares conversores de arquivos de dados espaciais** - Atualmente na modelagem e informatização de informação espacial existem disponíveis no mercado muitos formatos para representação desses dados. Cada formato possui sua especificidade de organização da informação que pode, a princípio, ser intercambiada para outro formato. Um dos formatos de arquivo mais difundidos é o KML (Keyhole Markup Language) que é usado para exibir dados geográficos em um navegador da Terra, como Google Earth, Google Maps e Google Maps para celular, e utiliza uma estrutura de tags com elementos e atributos aninhados baseados no padrão XML. Fazer a conversão entre diferentes formatos como um serviço da web satisfaz uma demanda crescente de visualização de informações geradas, fruto de pesquisa geográfica,​ em diferentes ferramentas de navegação. Neste trabalho pretende-se estudar e avaliar métricas de desempenho na conversão entre diferentes formatos de dados e, com isso, termos como resultado uma análise da viabilidade para o desenvolvimento de um conversor otimizado como serviço aberto.|Murilo Dantas|{{cap349_2009:​murilo_2009.pdf|Slides}}
-|09:00 - 09:​20|**Avaliação da influência de variáveis topográficas na determinação de altura de árvores** -Dentre os parâmetros dendrométricos mais comumente utilizados, altura arbórea é considerado o mais determinável geneticamente através de seleção clonal. Além disso, é bastante influente no acréscimo de biomassa. Conhecer outras variáveis que possam influenciar a altura arbórea é importante para o direcionamento de práticas de manejo florestal que busquem sua maximização. As principais variáveis que possam influenciá-la são: competição intra-específica (espaçamento e densidade de indivíduos arbóreos), competição interespecífica (regeneração de sub-bosque),​ fatores climáticos (pluviosidade e temperatura),​ fatores edáficos e fatores topográficos. Foi selecionada uma área de estudo em que somente as variáveis topográficas pudessem influenciar,​ ou seja, trata-se de um povoamento clonal (mesmo material genético), com o mesmo espaçamento de plantio, sem sub-bosque significativo,​ localizado em uma mesma sub-bacia hidrográfica,​ sob os mesmos regimes hídricos e com o mesmo tipo de solo, restando-se somente as diferenças topográficas. A presente proposta visa avaliar a influência de três variáveis relacionadas ao relevo (altitude, declividade e aspecto) na altura arbórea. Conhecendo-se a influência de cada uma delas, é possível direcionar ações de manejo florestal que as considerem. A partir das coordenadas tridimensionais obtidas com Laserscanner,​ serão gerados os modelos digitais de superfície e terreno e, com eles, geradas as cartas de alitude, declividade,​ aspecto e altura arbórea. Estas cartas serão validadas com dados mensurados em campo, utilizados como referências. Através da análise de regressão das variáveis presentes nestas cartas, será gerada uma matriz de correlação,​ utilizada para responder à pergunta principal do trabalho, ou seja, qual variável topográfica influencia mais na altura arbórea. Todos os dados serão armazenados em um banco de dados geográficos,​ comportando dados tabulares, vetoriais e matriciais.|Rodrigo de Campos Macedo|<​td><​a href="rodrigo_2009">Slides</a>+|09:00 - 09:​20|**Avaliação da influência de variáveis topográficas na determinação de altura de árvores** -Dentre os parâmetros dendrométricos mais comumente utilizados, altura arbórea é considerado o mais determinável geneticamente através de seleção clonal. Além disso, é bastante influente no acréscimo de biomassa. Conhecer outras variáveis que possam influenciar a altura arbórea é importante para o direcionamento de práticas de manejo florestal que busquem sua maximização. As principais variáveis que possam influenciá-la são: competição intra-específica (espaçamento e densidade de indivíduos arbóreos), competição interespecífica (regeneração de sub-bosque),​ fatores climáticos (pluviosidade e temperatura),​ fatores edáficos e fatores topográficos. Foi selecionada uma área de estudo em que somente as variáveis topográficas pudessem influenciar,​ ou seja, trata-se de um povoamento clonal (mesmo material genético), com o mesmo espaçamento de plantio, sem sub-bosque significativo,​ localizado em uma mesma sub-bacia hidrográfica,​ sob os mesmos regimes hídricos e com o mesmo tipo de solo, restando-se somente as diferenças topográficas. A presente proposta visa avaliar a influência de três variáveis relacionadas ao relevo (altitude, declividade e aspecto) na altura arbórea. Conhecendo-se a influência de cada uma delas, é possível direcionar ações de manejo florestal que as considerem. A partir das coordenadas tridimensionais obtidas com Laserscanner,​ serão gerados os modelos digitais de superfície e terreno e, com eles, geradas as cartas de alitude, declividade,​ aspecto e altura arbórea. Estas cartas serão validadas com dados mensurados em campo, utilizados como referências. Através da análise de regressão das variáveis presentes nestas cartas, será gerada uma matriz de correlação,​ utilizada para responder à pergunta principal do trabalho, ou seja, qual variável topográfica influencia mais na altura arbórea. Todos os dados serão armazenados em um banco de dados geográficos,​ comportando dados tabulares, vetoriais e matriciais.|Rodrigo de Campos Macedo|{{cap349_2009:​rodrigo_2009.pdf|Slides}}
-|09:20 - 09:​40|**Importação/​Exportação de Planos Celulares** -Este trabalho visa possibilitar a importação/​exportação de Planos Celulares em duas situações:​- Exportação de um arquivo representando todo o layer celular ou parte dele (apenas alguns atributos, mas todo o polígono) para ser importado por outro banco Terralib. Esta funcionalidade permitirá que usuários possam enviar este layer a outros usuários que não tenham acesso ao banco completo. O formato do arquivo a ser exportado/​importado será especificado no desenvolvimento do trabalho.- Exportação,​ em formato raster a ser escolhido durante o trabalho, de um dos atributos do espaço celular para que seja utilizado em outro sistema.Estas funções possibilitarão maior mobilidade dos dados a serem trabalhados.|Talita Oliveira Assis|<a href="talita_2009">Slides</a>|+|09:20 - 09:​40|**Importação/​Exportação de Planos Celulares** -Este trabalho visa possibilitar a importação/​exportação de Planos Celulares em duas situações:​- Exportação de um arquivo representando todo o layer celular ou parte dele (apenas alguns atributos, mas todo o polígono) para ser importado por outro banco Terralib. Esta funcionalidade permitirá que usuários possam enviar este layer a outros usuários que não tenham acesso ao banco completo. O formato do arquivo a ser exportado/​importado será especificado no desenvolvimento do trabalho.- Exportação,​ em formato raster a ser escolhido durante o trabalho, de um dos atributos do espaço celular para que seja utilizado em outro sistema.Estas funções possibilitarão maior mobilidade dos dados a serem trabalhados.|Talita Oliveira Assis|{{cap349_2009:​talita_2009.pdf|Slides}}|
 |09:40 - 10:​00|**Sistema de gerenciamento de imagens**. Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma aplicação web que permita a catalogação de arquivos de imagens de sensoriamento remoto ​ . O sistema permite a inclusão de metadados automaticamente (extraídos do formato de imagem do arquivo) ou incluídos pelo usuário. O repositório de imagens será construído sobre o gerenciador do PostgreSQL com a extensão espacial PostGIS. Dessa forma a interface de consulta ao repositório permitira consultas espaciais, por exemplo, por retângulos envolventes,​ por ponto ou ainda por intersecção com outras camadas com representação espacial de áreas (ex. mapas de municípios ou estados).|Eduardo Bonelli|Slides| |09:40 - 10:​00|**Sistema de gerenciamento de imagens**. Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma aplicação web que permita a catalogação de arquivos de imagens de sensoriamento remoto ​ . O sistema permite a inclusão de metadados automaticamente (extraídos do formato de imagem do arquivo) ou incluídos pelo usuário. O repositório de imagens será construído sobre o gerenciador do PostgreSQL com a extensão espacial PostGIS. Dessa forma a interface de consulta ao repositório permitira consultas espaciais, por exemplo, por retângulos envolventes,​ por ponto ou ainda por intersecção com outras camadas com representação espacial de áreas (ex. mapas de municípios ou estados).|Eduardo Bonelli|Slides|
-|10:00 - 10:20|**As sub-bacias que formam o Rio Paraíba do Sul no Estado de São Paulo**Este estudo tem a finalidade de Georefenciar às sub-bacias do Rio Paraíba do Sul, no âmbito do estado de São Paulo e verificar se os limites mínimos da área de Proteção Ambiental estão sendo respeitados pelos municípios banhados pelo Rio Paraíba do Sul.Os recursos que serão utilizados são o PostGis ​ e o TerraView.|Roberta Kelly da Rocha Breves|<a href="roberta_2009">Slides</a>|+|10:00 - 10:20|**As sub-bacias que formam o Rio Paraíba do Sul no Estado de São Paulo**Este estudo tem a finalidade de Georefenciar às sub-bacias do Rio Paraíba do Sul, no âmbito do estado de São Paulo e verificar se os limites mínimos da área de Proteção Ambiental estão sendo respeitados pelos municípios banhados pelo Rio Paraíba do Sul.Os recursos que serão utilizados são o PostGis ​ e o TerraView.|Roberta Kelly da Rocha Breves|{{cap349_2009:​roberta_2009.pdf|Slides}}|
 |10:30 - 10:​50|**Implementação de rotinas que possibilitem alterar dinamicamente em um Banco de dados as estruturas de vizinhanças**É de grande importância na construção de modelos dinâmicos espacialmente explícitos a representação da forma mais realista possível das relações entre os elementos que compõem o modelo. Neste contexto, é também de grande importância o armazenamento destas estruturas no banco de dados de forma dinâmica durante a execução do modelo, de forma que se possa guardar um histórico das modificações sofridas pelas estruturas, assim como salvá-las para análises posteriores. Dessa forma, este trabalho propõe a implementação de rotinas que possibilitem consultar e modificar dinamicamente em um Banco de Dados, as estruturas que representam as relações entre os elementos de um modelo dinâmico, ou seja, as estruturas de vizinhança de um determinado elemento.|Raian Vargas Maretto|Slides| |10:30 - 10:​50|**Implementação de rotinas que possibilitem alterar dinamicamente em um Banco de dados as estruturas de vizinhanças**É de grande importância na construção de modelos dinâmicos espacialmente explícitos a representação da forma mais realista possível das relações entre os elementos que compõem o modelo. Neste contexto, é também de grande importância o armazenamento destas estruturas no banco de dados de forma dinâmica durante a execução do modelo, de forma que se possa guardar um histórico das modificações sofridas pelas estruturas, assim como salvá-las para análises posteriores. Dessa forma, este trabalho propõe a implementação de rotinas que possibilitem consultar e modificar dinamicamente em um Banco de Dados, as estruturas que representam as relações entre os elementos de um modelo dinâmico, ou seja, as estruturas de vizinhança de um determinado elemento.|Raian Vargas Maretto|Slides|
-|10:50 - 11:10|**O USO DO MODELO ESPAÇO-TEMPORAL PROPOSTO PELA TERRALIB COMO SUPORTE A CONSTRUÇÃO DE UM BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS PARA ESTUDOS DE DESMATAMENTO:​ MODELANDO OS DADOS PRODES DE 2000 A 2007 PARA UMA REGIÃO DO ESTADO DO PARÁ EM ESTRUTURAS CELULARES**.O programa PRODES do INPE,  produz anualmente um conjunto de polígonos que indicam as áreas desmatadas a partir de imagens de sensoriamento remoto. Esses polígonos normalmente evoluem ao longo do tempo em um processo incremental (DIAS et al, 2005). Para a construção de modelos dinâmicos que analisem o processo de desmatamento uma das alternativas é o uso de de células regulares como unidade de análise, em estruturas de dados chamadas de espaços celulares. A biblioteca TerraLib (VINHAS; FERREIRA, 2005) implementa espaços celulares, que juntamente com o suporte para predicados temporais premite a  implementação de modelos dinâmicos baseados em espaços celulares. O SIG TerraView 3.2.0 (aplicativo geográfico construído sobre a TerraLib) e um plugin dedicado permitem a construção de espaços celulares e a associação de atributos a das células a partir de diferentes camadas de um banco de dados geográfico,​ construído sobre um Sistema Gerenciador de Banco de Dados.Nesse trabalho, essas ferramentas serão avaliadas através construção de um espaço celular com os  dados multitemporais de desmatamento ​ utilizando dois Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (Microsoft Access e MySQL. Observando questões particulares dos dois gerenciadores (tipos de persistência e métodos de indexação),​ questões de tolerância a falhas serão discutidas.|André Gavlak|<a href="andre_2009">Slides</a>|+|10:50 - 11:10|**O USO DO MODELO ESPAÇO-TEMPORAL PROPOSTO PELA TERRALIB COMO SUPORTE A CONSTRUÇÃO DE UM BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS PARA ESTUDOS DE DESMATAMENTO:​ MODELANDO OS DADOS PRODES DE 2000 A 2007 PARA UMA REGIÃO DO ESTADO DO PARÁ EM ESTRUTURAS CELULARES**.O programa PRODES do INPE,  produz anualmente um conjunto de polígonos que indicam as áreas desmatadas a partir de imagens de sensoriamento remoto. Esses polígonos normalmente evoluem ao longo do tempo em um processo incremental (DIAS et al, 2005). Para a construção de modelos dinâmicos que analisem o processo de desmatamento uma das alternativas é o uso de de células regulares como unidade de análise, em estruturas de dados chamadas de espaços celulares. A biblioteca TerraLib (VINHAS; FERREIRA, 2005) implementa espaços celulares, que juntamente com o suporte para predicados temporais premite a  implementação de modelos dinâmicos baseados em espaços celulares. O SIG TerraView 3.2.0 (aplicativo geográfico construído sobre a TerraLib) e um plugin dedicado permitem a construção de espaços celulares e a associação de atributos a das células a partir de diferentes camadas de um banco de dados geográfico,​ construído sobre um Sistema Gerenciador de Banco de Dados.Nesse trabalho, essas ferramentas serão avaliadas através construção de um espaço celular com os  dados multitemporais de desmatamento ​ utilizando dois Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (Microsoft Access e MySQL. Observando questões particulares dos dois gerenciadores (tipos de persistência e métodos de indexação),​ questões de tolerância a falhas serão discutidas.|André Gavlak|{{cap349_2009:​andre_2009.pdf|Slides}}|
 |11:10 - 11:​30|**Oracle Spatial GeoRaster X RasDaMan - Uma briga de titãs ou apenas um jogo de marketing.**Hoje a constante demanda de poder computacional,​ exigida por diversas classes de aplicação,​ vem gerando a necessidade de redução do tempo de processamento,​ fazendo com que o desenvolvimento desses sistemas fique difícil de ser realizado apenas com uma linguagem de programação convencional. A nova geração de sistemas começa a empregar técnicas inteligentes,​ Oracle Spactial GeoRaster, RasDaMan entre outras.A principal motivação para este trabalho de pesquisa surgiu com a necessidade de se obter um comparativo entre as ferramentas GeoRaster e RasDaMan para levantar o custo benefício de cada ferramenta.|Alexandre Bittencourt Faria|Slides| |11:10 - 11:​30|**Oracle Spatial GeoRaster X RasDaMan - Uma briga de titãs ou apenas um jogo de marketing.**Hoje a constante demanda de poder computacional,​ exigida por diversas classes de aplicação,​ vem gerando a necessidade de redução do tempo de processamento,​ fazendo com que o desenvolvimento desses sistemas fique difícil de ser realizado apenas com uma linguagem de programação convencional. A nova geração de sistemas começa a empregar técnicas inteligentes,​ Oracle Spactial GeoRaster, RasDaMan entre outras.A principal motivação para este trabalho de pesquisa surgiu com a necessidade de se obter um comparativo entre as ferramentas GeoRaster e RasDaMan para levantar o custo benefício de cada ferramenta.|Alexandre Bittencourt Faria|Slides|
-|11:30 - 11:​50|**Modelagem de um Banco de Dados Geográficos para a análise do estado de conservação da vegetação intra-urbana e suas relações com dados socioeconômicos**. - Esse trabalho irá construir um banco de dados geográfico com camadas de informação relativas a vegetação intra-urbana e dados sócio-econômicas em um Sistema de Informações Geográficas baseado em um gerenciador de bancos de dados com extensão espacial. Será investigado como o uso das funcionalidades de álgebra de mapas e de consultas espaciais desse sistema, torna possível levantar questionamentos a respeito das políticas públicas de manutenção de áreas verdes comuns aos cidadãos. Esses questionamentos permitem corroborar hipóteses sobre as relações entre o planejamento do crescimento das cidades e a degradação da qualidade ambiental e de vida da população no Brasil.|Giovanni de Araujo Boggione|<a href="giovanni_2009">Slides</a>+|11:30 - 11:​50|**Modelagem de um Banco de Dados Geográficos para a análise do estado de conservação da vegetação intra-urbana e suas relações com dados socioeconômicos**. - Esse trabalho irá construir um banco de dados geográfico com camadas de informação relativas a vegetação intra-urbana e dados sócio-econômicas em um Sistema de Informações Geográficas baseado em um gerenciador de bancos de dados com extensão espacial. Será investigado como o uso das funcionalidades de álgebra de mapas e de consultas espaciais desse sistema, torna possível levantar questionamentos a respeito das políticas públicas de manutenção de áreas verdes comuns aos cidadãos. Esses questionamentos permitem corroborar hipóteses sobre as relações entre o planejamento do crescimento das cidades e a degradação da qualidade ambiental e de vida da população no Brasil.|Giovanni de Araujo Boggione|{{cap349_2009:​giovanni_2009.pdf|Slides}}
-|11:50 - 12:​10|**CADASTRAMENTO AUTOMÁTICO DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS NO SISTEMA DE CONVERSÃO DE DADOS OBSERVADOS DO CPTEC** - O BDM – Banco de Dados Meteorológico do CPTEC, insere um número grande de observações meteorológicas diariamente,​ de maneira automática. Cada observação traz a localização da estação meteorológica onde foi obtida. Muitas vezes, essa localização se refere a uma estação meteorológica que ainda não está cadastrado no BMD, e devido a uma restrição conceitual do BMD, essa observação não é inserida automaticamente. Esse trabalho propõe a construção de  um sistema de cadastramento automático de estações a partir da localização das observações. Metadados sobre as estações cadastradas automaticamente (ex. cidade e estado) serão inferidos através do cruzamento com outras camadas de informação geográfica. O sistema irá miminizar número de observações que devem ser inseridas através da intervenção de um operador. O sistema será construído usando ferramentas livres e o gerenciador de dados PostgreSQL com sua extensão PostGIS.|JOSÉ ROBERTO MOTTA GARCIA|<A HREF="jose_roberto_2009.pdf">Slides</A>|+|11:50 - 12:​10|**CADASTRAMENTO AUTOMÁTICO DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS NO SISTEMA DE CONVERSÃO DE DADOS OBSERVADOS DO CPTEC** - O BDM – Banco de Dados Meteorológico do CPTEC, insere um número grande de observações meteorológicas diariamente,​ de maneira automática. Cada observação traz a localização da estação meteorológica onde foi obtida. Muitas vezes, essa localização se refere a uma estação meteorológica que ainda não está cadastrado no BMD, e devido a uma restrição conceitual do BMD, essa observação não é inserida automaticamente. Esse trabalho propõe a construção de  um sistema de cadastramento automático de estações a partir da localização das observações. Metadados sobre as estações cadastradas automaticamente (ex. cidade e estado) serão inferidos através do cruzamento com outras camadas de informação geográfica. O sistema irá miminizar número de observações que devem ser inseridas através da intervenção de um operador. O sistema será construído usando ferramentas livres e o gerenciador de dados PostgreSQL com sua extensão PostGIS.|JOSÉ ROBERTO MOTTA GARCIA|{{cap349_2009:​jose_roberto_2009.pdf|Slides}}|
 |12:10 - 12:​30|**Melhor rota de aviões** - Consideramos um jato comercial com alcance de aproximadamente 1200 NM  (aprox. 2200Km) que não é certificado para viagens sobre o oceano. Supondo que um destes jatos foi vendido para um cliente Frances que quer receber o avião no aeroporto Charles de Gaulle em Paris. Um piloto deverá levar o avião (pilotar o avião) de um aeroporto no Brasil até Paris voando sobre o território brasileiro passando pela America Central, América do Norte, Alaska, Estreito de Bering, Rússia ​ e finalmente Europa Paris. Este trabalho determinará uma rota para estes vôos listando a seqüência de todos os aeroportos (que devem ter pistas de pelo menos 3000m) respeitando a perna máxima de 1200NM. Uma lista de todos os países e cidades sobrevoadas também deverá ser fornecida para facilitar o contato rádio.|Otavio Pimentel Martins|Slides| |12:10 - 12:​30|**Melhor rota de aviões** - Consideramos um jato comercial com alcance de aproximadamente 1200 NM  (aprox. 2200Km) que não é certificado para viagens sobre o oceano. Supondo que um destes jatos foi vendido para um cliente Frances que quer receber o avião no aeroporto Charles de Gaulle em Paris. Um piloto deverá levar o avião (pilotar o avião) de um aeroporto no Brasil até Paris voando sobre o território brasileiro passando pela America Central, América do Norte, Alaska, Estreito de Bering, Rússia ​ e finalmente Europa Paris. Este trabalho determinará uma rota para estes vôos listando a seqüência de todos os aeroportos (que devem ter pistas de pelo menos 3000m) respeitando a perna máxima de 1200NM. Uma lista de todos os países e cidades sobrevoadas também deverá ser fornecida para facilitar o contato rádio.|Otavio Pimentel Martins|Slides|