Differences

This shows you the differences between two versions of the page.

Link to this comparison view

ser300:comentarios_para_fernando_-_miguel [2008/04/15 12:05] (current)
miguel created
Line 1: Line 1:
 +
 +   Olá Fernando e Lino,
 +   Este é um trabalho essencialmente CARTOGRÁFICO.
 +   Não envolve nenhuma inferência geográfica.
 +   ​Claro,​ é parte do universo necessário ao Geoprocessamento hoje, 
 +   pois trata de uma possibilidade de aquisição de dados de altimetria
 +   mais facilitada.
 +
 +   ​Problemas que vejo. 
 +   1 -Que procedimento geoestatístico será usado para
 +   ​tratar - refinamento - de MDE? Há toda uma dfiscussão sobre DE FATO 
 +   o que fazemos ao - refinar- MDEs em representação matricial com técnicas ​
 +   ​geoestatísticas.
 +   2 - Porque necessariamente utilizar a PEC? para geoproc ​
 +   seria mais interessante averiguar em um problema mais simples
 +   a qualidade do MDE para ,por exemplo a obtenção de uma medida de
 +   ​declividade,​ muita utilizada em várias aplicações ambientais.
 +   Isto é , seria interessante,​ verificar como se comportam os MDESs
 +   de ASTER e SRTM , para a declividade ( calculada númericamente ) 
 +   e seu comportamnento após processamento por geoestatística.
 +   Neste caso vocês estariam acomodando também uma certa integração de dados.
 +   ​Avaliando como a declividade obtida por estes métodos pode ser 
 +   ​efetivamente utilizada em problemas onde o mapa de declividades ​
 +   é um componente da metodologia,​ sem implicar em problemas maiores
 +   para o produto dinal,por exemplo um mapa de aptidão agrícola,
 +   ou um mapa de de áreas de risco de escorregamento para a escala urbana,
 +   uma proxy de aptidão para assentamentos,​ pobre , mais uma!
 +   Um abraco,
 +   ​Miguel
 +   Um grande abraço e bom trabalho!
 +   
 +
 +
 +Avaliação sobre o Impacto da Geoestatística na Acurácia Plani-altimétrica de MDEs de Alta e Baixa resolução.
 +
 +Descrição do problema
 +
 +Em função da grande gama de imagens de satélites atualmente disponibilizadas no mercado, cabe ao usuário ter conhecimento da potencialidade e limitações de cada uma delas no momento de utilização para geração dos diversos produtos derivados. O PEC (Padrão de Exatidão Cartográfica),​ o qual define a exatidão de produtos cartográficos,​ corresponde a um indicador estatístico de dispersão a 90% de probabilidade obtido a partir do EP, na qual os produtos cartográficos devem seguir. Nesse sentido, esse trabalho visa avaliar geoestatísticamente a acurácia de dois Modelos Digitais de Elevação – MDEs obtidos de dois diferentes sensores, para saber quais as aplicações são cabíveis a cada um deles.
 +Pergunta principal
 +
 +Qual o impacto ou a importância da geoestatística para avaliar a acurácia posicional planimétrica e altimétrica de MDEs de imagens de alta e baixa resolução.
 +Premissas e Hipótese
 +
 +A aplicação do refinamento por geoestatística têm proporcionado melhoria de acurácia em alguns MDEs. Nesse sentido, pretende saber qual vai ser a melhoria da acurácia para os MDEs obtidos dos sensores ASTER e SRTM quando nesses for aplicado o refinamento por geoestatística.
 +Metodologia
 +
 +A partir de um banco de imagens e pontos DGPS do município de São José dos Campos, serão gerados os MDEs ASTER (alta resolução) e SRTM (baixa resolução),​ refinar ambos por geoestatística e em seguida fazer a validação Plani-altimétrica (precisão, tendência, acurácia vertical relativa) antes e após o refinamento. Em seguida será realizado o Teste de Hipóteses – Significância do Incremento da Acurácia para ambos MDEs antes e depois do refinamento por Geoestatística e na seqüência fazer a Avaliação sobre o Impacto da Geoestatística na Acurácia Plani-altimétrica de MDEs de Alta e Baixa resolução.