| Ambos lados da revisão anteriorRevisão anteriorPróxima revisão | Revisão anterior |
| ser300:wiki_pessoal_sofia_sena_tavares:monografia [2026/04/02 20:57] – igeo | ser300:wiki_pessoal_sofia_sena_tavares:monografia [2026/04/21 15:17] (atual) – igeo |
|---|
| | |
| ====== Monografia ====== | ====== Monografia ====== |
| |
| {{:ser350_cap395:sofia_proposta_geoinformatica.pdf| Proposta}} | |
| | **Proposta preliminar:** |
| | |
| | {{:ser350_cap395:sofia_proposta_geoinformatica.pdf| Proposta_Preliminar}} |
| | |
| | **Proposta:** |
| | |
| | {{:ser350_cap395:sofia_monografia_geoinformatica.pdf| Proposta_Monografia}} |
| | |
| |
| === Tema === | === Tema === |
| |
| === Descrição === | === Descrição === |
| A Mata Atlântica possui apenas 12,4% de remanescentes florestais no Brasil (SOS Mata Atlântica/INPE, 2024). Iniciativas como o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, com a meta de restaurar 15 milhões de hectares de floresta até 2050 (Calmon et al., 2011), contribuem para a restauração do bioma brasileiro que mais perdeu cobertura original (Ribeiro et al., 2011). O Brasil possui leis que restringem a exploração dos recursos naturais, o que contribui para a queda nas taxas de desflorestamento (Santos et al., 2020), como o Novo Código Florestal (Lei Federal Nº 12.651 de 2012). Entre as áreas estratégicas para restauração da Mata Atlântica está o Vale do Paraíba Paulista (VPP), uma região cortada pela Rodovia Dutra que liga as duas maiores capitais brasileiras (Silva et al., 2016). Lemos et al. (2023) identificou o déficit legal referente ao Novo Código Florestal em propriedades rurais do VPP. O presente estudo busca identificar o cumprimento do Novo Código Florestal no VPP, verificando se as Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL) possuem cobertura florestal. Os dados de APP e RL serão retirados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR). A cobertura vegetal utilizada será do BiomasBR, pois é um dado oficial realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Caso não seja possível, será utilizado a cobertura vegetal do Inventário Florestal do Estado de São Paulo, realizado pelo Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), disponível no Datageo, visto que é um mapeamento de cobertura vegetal oficial e não mapeia áreas antrópicas. | A Mata Atlântica possui apenas 12,4% de remanescentes florestais no Brasil (SOS Mata Atlântica/INPE, 2024). Iniciativas como o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, com a meta de restaurar 15 milhões de hectares de floresta até 2050 (Calmon et al., 2011), contribuem para a restauração do bioma brasileiro que mais perdeu cobertura original (Ribeiro et al., 2011). O Brasil possui leis que restringem a exploração dos recursos naturais, o que contribui para a queda nas taxas de desflorestamento (Santos et al., 2020), como o Novo Código Florestal (Lei Federal Nº 12.651 de 2012). Entre as áreas estratégicas para restauração da Mata Atlântica está o Vale do Paraíba Paulista (VPP), uma região cortada pela Rodovia Dutra que liga as duas maiores capitais brasileiras (Silva et al., 2016). Lemos et al. (2023) identificou o déficit legal referente ao Novo Código Florestal em propriedades rurais do VPP. O presente estudo busca identificar o cumprimento do Novo Código Florestal no VPP, verificando se as Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL) possuem cobertura florestal. Os dados de APP e RL serão retirados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR). A cobertura vegetal utilizada será do Inventário Florestal do Estado de São Paulo, realizado pelo Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), disponível no Datageo, visto que é um mapeamento de cobertura vegetal oficial e não mapeia áreas antrópicas. |
| |
| |
| |
| SANTOS, L. D. et al. DINÂMICA DO DESMATAMENTO DA MATA ATLÂNTICA: CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS. **Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental**, v. 9, n. 3, p. 378, 2020. | SANTOS, L. D. et al. DINÂMICA DO DESMATAMENTO DA MATA ATLÂNTICA: CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS. **Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental**, v. 9, n. 3, p. 378, 2020. |
| | |
| | SILVA, R. F. B. et al. Land changes fostering Atlantic forest transition in Brazil: Evidence from the Paraíba Valley. **Prof. geogr.**, v. 69, n. 1, p. 80–93, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1080/00330124.2016.1178151. |
| |
| SOS Mata Atlântica/INPE. **Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica: período 2022-2023**. Relatório final. Fundação SOS Mata Atlântica/INPE, 2024. | SOS Mata Atlântica/INPE. **Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica: período 2022-2023**. Relatório final. Fundação SOS Mata Atlântica/INPE, 2024. |