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PopEA - População, Espaço e Ambiente: CST-310-3 e SER 457-3

Formato de monografia padrão INPE
Formato de artigo para evento - ABEP
Formato de artigo para revista - REBEP [https://www.rebep.org.br/revista/about/submissions]

Trabalhos Finais 2022

Aluno Trabalho Final Apresentação REVISÃO
Bianca Nunes Calado Trabalho Final Bianca N. Calado Apresentação Final Bianca N. Calado Bianca_rev
Érick Teixeira Rodrigues monografia_popea_ericktr.pdf apresentacao_monografia_popea_ericktr.pdf Erick_rev
Juliet Oliveira Juliet_rev
Mariana Dias Correia da Costa trabalhofinal_marianadias.pdf Mariana_ppt Mariana_rev



Seminário - Proposta de Trabalho 2022

A ideia é apresentar sua proposta de trabalho final, com os elementos mínimos para que possamos ajudar na orientação da pesquisa.

Acesse AQUI, um exemplo de proposta, para auxiliar na elaboração de sua apresentação.
Lembrando que cada aluno terá até 10min para apresentar seu trabalho.



Meus caros, peço a atenção de todos para estes comentários gerais para a revisão dos documentos de vocês.
Servem para qualquer trabalho científico:

RESUMO - Fazer de forma equilibrada. Uma frase para cada tópico já funcionaria para balancear o resumo:
introducao; objetivo; mat e met; resultados; conclusao.
Tem q ter todos os tópicos, e adequar com o tamanho do template (no caso do Inpe, até 500 palavras).
Se o resumo estiver ruim, o leitor não vai se interessar pelo trabalho!

Documento GERAL: - Não fazer parágrafos de 1 frase. Nao fazer frases longas. Uma ideia por frase!
- geralmente no paragrafo: a primeira frase é uma afirmação e as demais irão construir a ideia até q a ultima frase seja um pequeno fechamento

Muito Cuidado com: - concordância verbal e nominal – impacto na compreensão, sobre o que se está falando??
- DEtalhes que fazem diferença:
plural de verbos com acentos (ex: ter, vir);
crase;
pronomes relativo (como “os quais”, “as quais”, onde x AONDE, etc)
- o sujeito da frase não pode estar no paragrafo anterior, nem na frase anterior;
- não separar sujeito do predicado com vírgula.

Neste pequenodocumento, há várias dicas úteis, que se vocês seguirem, estarão num ótimo caminho para ter um bom texto cientítico.
LEIAM sempre antes de escrever, e antes de fazer a revisão do texto!

Tabela Síntese

Aluno TEMA Seminário-Contribuição Pergunta Relações PEA Contexto/conceitos Objetivo geral e específico(s) Área de Estudo Escala e Unidade de Análise Base de Dados Procedimentos Metodológicos e Análises Resultados Conclusão
Érick Teixeira Rodrigues Unidade Produtiva Camponesa e Paisagem Florestal Produzida seminario2_ericktr Quais as Paisagens Florestais Produzidas pelas Unidades Produtivas Camponesas a Nível de Setor Censitário em Municípios do Pará, Brasil? População: camponeses; Espaço: Setor Censitário; Ambiente: Bioma Amazônico Paisagens florestais produzidas por Paradigmas e Trajetórias Tecnológicas desenvolvidas por agentes Camponeses a nível de setor censitário nos municípios estudados Geral: avaliar as paisagens florestais produzidas pelas unidades produtivas camponesas a nível de setor censitário nos municípios estudados. Específico(s): identificar e quantificar os arranjos domiciliares camponeses (unidades produtivas camponesas); associar a densidade desses arranjos com a presença de estabelecimentos rurais que podem ser considerados camponeses; calcular o Índice de Distúrbio Florestal para a unidade de análise e relacioná-lo com a densidade de unidades produtivas camponesas.Municípios do Nordeste do Pará: Baião, Cametá, Mocajuba e Oeiras do ParáSetor Censitário Censo Demográfico (IBGE, 2010); Censo Agraopecuário (IBGE, 2017); PRODES (INPE, 2021); DETER (INPE, 2021) e TerraClass (EMBRAPA & INPE, 2014) Identificar e quantificar os arranjos domiciliares camponeses com base nos dados do Censo Demográfico (IBGE, 2010); espacializar e quantificar os Estabelecimentos Rurais com base em dados do CNEFE do Senso Agropecuário (IBGE, 2017); Calcular o Índice de Distúrbio Florestal em escala compatível com os Setores Censitários estudados; e, por fim, relacionar a densidade de unidades produtivas camponesas com o Índice de Distúrbio Florestal obtido para a área estudada Espera-se que setores censitários com alta densidade de unidades produtivas camponesas apresentem baixo Índice de Distúrbio Flroestal Conclusão
Mariana Dias C. da Costa Acesso aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário adequados na RMRJ. apresentacao_2_marianadias.pptx Como o acesso aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário adequados estão distribuídos espacialmente na RMRJ? População metropolitana; análise espacial por setor censitário; e ambiente associado aos recursos hídricos (água e esgoto).Direito humano à água e ao esgotamento sanitário. Desigualdade no acesso a estes serviços. Geral: Analisar o acesso adequado aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na RMRJ a partir da perspectiva dos direitos humanos. Específicos: Avaliar a correlação espacial entre os setores censitários da RMRJ no que se refere ao acesso adequado dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Identificar possíveis relações entre a falta no acesso adequado e determinados grupos populacionais. Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Setor censitário Censo demográfico 2010, setores censitários e malha da Divisão Político Administrativa - IBGE. Elaborar índices de abastecimento de água e esgotamento adequados; análise espacial pelo Índice de Moran Local, e análise multivariada (razão de chance). Identificação na RMRJ de associação espacial entre setores censitários com desigualdade no acesso ao saneamento adequado, e de determinados grupos populacionais com menor ou maior acesso.
Juliet Oliveira Santana Exposição a leptospirose entre homens e mulheres em uma comunidade urbana em Salvador – Bahia apresentacao_seminario_metodologiafinal.pdf Existe diferença no aumento do risco a exposição entre homens e mulheres em um ambiente contaminado? População: Indivíduos de uma comunidade em Salvador - BA; Relação entre o comportamento da população e as condições do ambiente no aumento de infecção por leptospirose. Exposição da população associado ao risco de infecção em um ambiente contaminado. Geral: Avaliar os riscos de exposição a bactéria da Leptospira para homens e mulheres em um ambiente contaminado. Específico(s): Identificar a correlação entre o comportamento da população e o aumento de infecções pela bactéria da Leptospira. Identificar a relação entre as condições do ambiente, as características sociais dos indivíduos e a incidência de casos de leptospirose. Área de investigação do projeto de leptospirose urbana, dividido em três vales, localizada no bairro de Pau da Lima, em Salvador-BA Domiciliar. Banco de dados do projeto sobre leptospirose urbana. Dados: Domicílios georreferenciados, poligonal da área de estudo, uso de variáveis sociodemográficas: população, sexo, renda, cor/raça, alfabetização. Variáveis de exposição: contato com solo e lama, esgotos, presença de ratos no ambiente. PRIMEIRA ETAPA: Analisar o Banco de Dados Domiciliar, identificar os domicílios com indivíduos positivos, caracterizar sociodemograficamente os indivíduos, caracterizar o ambiente onde estão inseridos. SEGUNDA ETAPA: Elaboração de mapas para identificação de clusters, analisar relação entre os cluster e as condições ambientais espera-se identificaras áreas de maior e menor exposição a leptospirose e verificar se há diferença no risco a exposição em função das atividades exercidas por homens e mulheres Conclusão
Bianca Nunes Calado Identificar a população exposta ao risco de desastre de deslizamento na cidade de Santo André – SP Apresentação Seminário 2 - Bianca N. Calado As áreas de maior ocorrência de desastre de deslizamento são áreas com maior população vulnerável, como crianças de 0-5 anos e idosos acima de 60 anos na cidade de Santo Andrpe-SP? População: Homens e Mulheres de 0-100 anos; Espaço: Santo André - centro urbano; Meio Ambiente: Deslizamento de terra. Para que uma efetiva gestão de desastres seja realizada é necessário conhecer as características da população vulnerável (por exemplo: idade e sexo); Conhecer tais características permitirá mapear os locais de observação e medidas de adaptação futura Geral: Identificar a população exposta ao risco de desastre de deslizamento na cidade de Santo André – SP. Específico(s): Identificar os locais com maior frequência de deslizamento; Quantificar a população considerada vulnerável nos locais suscetíveis a deslizamento; Identificar se a população exposta a risco de desastre de deslizamento está relacionada a idades consideradas vulneráveis em momentos de ocorrência de desastres. Área : Centro urbano de Santo André - SP. Escala: 1.50.000 Unidade: Setor Censitário. Dados de desastre: CPRM; Dados de população: IBGE 2010; Dados de suscetibilidade: IBGE 2020, CEMADEN Identificar as populações vulnerável em áreas de risco de deslizamento utilizando o os dados do Censo 2010 como população por sexo e idade; utilizar e mapear através dos pontos de ocorrência de desastres pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) a fim de caracterizar a população vulnerável a deslizamento de terra na cidade de Santo André - SP. Espera-se identificar a população vulnerável a deslizamento nos principais pontos de desastres já registrados na cidade de Santo André-SP Conclui-se que bairros com maior adensamento populacional são os bairros com maior ocorrência de deslizamento, com a maior população vulnerável em áreas de deslizamento e que muitos dos bairros no centro da cidade também possuem áreas de risco.


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